EUA X China e a corrupção nacional

 




A guerra fria entre China e EUA pela liderança mundial tem tudo para gerar consequências indesejáveis para nosso país, devido à corruppção que predomina em  nossa vida política. Isto fica claro com o episódio de André Vorcaro/Master que envolve desde Alexandre de Moraes a Lula e à família Bolsosnaro. Este é um terreno fértil a subalternização do país ou a China, se Lula ganhar ou aos EUA em caso de vitória de Carlos  Bolsonaro.


 A partir da desmontagem da Lava Jato, foi que a corrupção virou regra, com estrutura financeira preparada para apagar seus rastros. Hoje só se percebem indícios.


Todos os partidos são responsáveis, exceto talvez o PCO e o PSTU e mesmo este não se pronuncia com veemência, quando o ilícito cai na conta da esquerda. Contudo o principal agente desta normalização do desvio de verba pública foi a esquerda.


Antes havia uma regra de ouro: quem fosse apanhado com provas robustas de corrupção, mesmo antes de ser julgado, o evidente corrupto já ficava desabilitado na prática do jogo eleitoral. Podia-se votar no corrupto que não foi indiciado mesmo havendo sinais de enriquecimento incompatível com o salário. Se faziam vistas grossas. Mas a regra de ouro era que havendo provas ou fortes indícios, aquele nome era sumariamente descartado. Pois o Petrolão pôs esta máxima por terrra.


A situação agora é mais complicada, a esquerda aderindo à corrupção e parte da igreja, os sindicatos, a mídia,  faculdades... que formavam uma barreira de contenção ao assalto ao dinheiro do povo, prestam apoio a notórios corruptos. Os intelectuais representam a ciência e, para o senso comum, a verdade, e formam os professores e pior, os advogados e jornalistas. Passam a mensagem de que roubar em favor de um projeto socialista é algo justo, correto, contando com a imprensa para ratificar o que foi incultido pela escola e pela faculdade na mente os jovens. Ainda existem a fatal vinculação da corrupção com crime organizado e o autoritarismo apoiado pelos intectuais, jornalistas, padres e advogados e juristas. Prometem entregar o socialismo, mas tudo que está no horizonte é o capitalismo de estado  na China ou falsas democracias como a Rússia.


Os conservadores se inclinam para os Estados Unidos. Cumpriram e cumprem o papel de denunciar a atuação chinesa no país intermediada pelos seus agentes da esquerda nacional. Tudo que a esquerda faz no Brasil é com o aval do gigaante asiático e em linha com seus interesses.


 Os conservadores fazem uma importante resistência neste aspecto, mas de outro lado pagam pano para as loucuras de Trump. Os conservadores defendem a ética pública, isto é bom, mas existem corruptos em seu meio também, embora pareça em menor quantidade que na esquerda. O perigo dos conservadores é que, se se tornarem hegemônicos, poderão segregar sistematicamente os não cristãos ou cristãos não fervorosos, que discordam de certos princípios considerados eternos e imutáveis pelos fiéis.


 Divisões internas devido a determinados interesses das diversas ramificações do protestantismo, podem ocorrer ou por um embate entre católicos e evangélicos pelo poder. Entendendo também que pastores corruptos podem manchar a bandeira da ética pública içada. A guerra por cargos entre as bolhas, a disputa por espaço político entre as vertentes religiosas, tudo isto é previsível, o que gera uma quase equivalência entre os polos. 


Mas devemos priorizar o combate à corrupção, houve fortes indícios de corrupção, não vote. Estamos patinando a meio século por conta de corrupção e incompetência. Ou atentamos a isto ou o futuro vai repetir o passado.

 


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