Tréplica a Tonho Rato

 



Muito me honra ser contraditado pelo amigo Tonho Rato, pessoa de intelgência inconteste e digna de elogios. Já cansei de elogiar Tonho Rato, mas na primeira crítica que lhe faço, o amigo esquerdista salta com quatro pedras na mão sobre mim. Nunca vi dele crítica tão frontal e específica contra a imprensa vendida da cidade - lagartixa sabe o pau que bate a cabeça, se o fizesse perderia espaço na mídia. Tonho Rato me chama de passador de pano de Gustavo, de capitão do mato e deduz que estou fazendo uma espécie de lobby para ser chamado para a lista publicitária da prefeitura. Não termina aí, diz que eu o chamei de "porta-voz" da esquerda e que o acusei de fazer "jogada política". Podem ler a matéria que fiz: "Fala de Tonho Rato sinaliza um futuro rompímento da esquerda?",vão constatar que não usei estes termos. Eu faço deduções, especulações políticas, Tonho Rato pratica ofensas pessoais. Quanto ao jornalismo "sério", isto cabe discussão histórica, sociológica e semiótica a respeito do jornalismo, que estou apto a travá-la, pois estudei para isto. Oremos, irmão!


Vejam o texto de Tonho Rato abaixo:


Resposta importante de se ler ao texto que me rotula como "porta-voz da esquerda" com "jogada política"                    Jornalismo sério discute fatos feitos por pessoas, não especula sobre as pessoas. Eu, Antônio Barreto (Tonho Rato), militante de esquerda e evangélico por fé autêntica — não estratégia política —, porque cobrei no programa Primeira Mão problemas reais em Alagoinhas: demora em consultas e exames especializados (ainda crônica), frigorífico construído sobre fossa na Central de Abastecimento e rankings nacionais que nos colocam entre os 1.000 piores municípios em Saúde e Educação (de 5.570 no país, dados públicos) sou taxado por meu amigo Paulo Dias como mensageiro  do"apocalipse"  e porta voz do sinal de rompimento; nem um nem outro mas uma cobrança cidadã. Paulo Dias defende imprensa livre — correto —, mas passa pano para  governantes insensíveis e desprovidos de espírito público e como se tornou corriqueiro para aqueles que se oferecem para entrar na lista do cala boca municipal  milita como capitão do mato contra quem ousa  levantar a voz contra os desmandos municipais,o jornalista se oferece como crítico da esquerda mas sua visão caolha lhe impede de enxergar que seus ex companheiros e hoje desafetos a muito já abandonaram o ideário de esquerda e simplesmente aderiram ao apodrecido fisiologismo e ao jogo do poder . O fracasso nas áreas  citadas vem de todos os últimos prefeitos. Não blindamos ninguém; exigimos soluções para o povo.A verdadeira esquerda não oportuniza; constrói. Vamos aos fatos, não a rótulos.

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